Sorrir, Sorrir. Basta, Sorrir.
Alma que choras, ninguém precisa saber das tuas dores
Carregues a tua cruz e não negues um sorriso.
Ainda que conheças de perto o limbo e a tristeza
Não deixes nunca de sorrir.
Se tua chaga inflama de paixão
Teus olhos cegas a razão
E em teu leito,
anseie toda noite com a quimera de um amor
Use desse escudo, ainda que velho.
Sorria sempre sem medo
Ainda que criatura perambulante pela terra
Desvairada de desejos
Espumando solidão
Jamais deixes que roubem o seu sorriso de vencido
Vencido por sem fé
Sem forças pra terminar de escrever...
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
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